Nossa História


3 Gerações de NMSC: Em pé: Meire, Monica, Glaucia e Jackie. Agachados: Madeira, Filipe e Shibuya.

Tudo começou em Dezembro de 2002, quando eu e a minha namorada conversávamos com um amigo. Contávamos de nosso passeio em Monte Verde no mês anterior, e de nossas caminhadas pelas trilhas da região. Então, este amigo nos convidou a participar de sua equipe de trekking. Ele nos explicou rapidamente como era a prática do esporte e combinamos de participar logo em janeiro, na próxima etapa.

 

2003

Naquele dia, o Domingos, amigo do pai do Filipe, convidou a Meire e ele para partiparem da prova com sua equipe, a Choconhaque. Explicou direitinho quando seria a prova, datas, valores e endereço na internet. Perto do dia da prova, o Filipe confirmou sua presença e entrou no site do organizador para fazer sua inscrição. Ao tentar lembrar o nome do organizador do campeonato, ao invés de digitar Enduro a Pé, colocou Rally a Pé. O pior é que o site existe.

Ou seja, fez inscrição na prova errada. O problema foi contornado com a participação na etapa de Tapiraí do Enduro a Pé, com a Choconhaque, e a participação na prova do Rally a Pé do mês seguinte, na fundação da equipe Nu mato sem cachorro.

No mês de fevereiro, além da estréia da equipe Nu mato sem cachorro, participamos de mais uma etapa do Enduro a Pé com a equipe Choconhaque. Nestas 2 etapas, a formação da equipe foi: Johnny, Fatima, Domingos, Luiza, Filipe e Meire.

A primeira dificuldade da nova equipe foi encontrar um nome para ela. Após uma lista de aproximadamente 15 trocadilhos, foi escolhido o melhor que melhor representava o nosso sentimento na época: Nu mato sem cachorro - não era incomum a equipe andar 300 metro dentro de um rio, com água pelo joelho, preocupados em medir a distancia e controlar o tempo, e ao sair, descobrir que errou tudo e precisar recuperar os 20 minutos de atraso...

Esta fase foi marcada por péssimas colocações, muitas brigas e principalmente aprendizado. Tivemos diversas formações, e participamos de 5 provas. A nossa principal formação contou com a participação do Holland e do Shibuya, com 3 provas participadas pelos mesmos. Infelizmente os 2 iniciaram um curso de MBA e precisaram sair da equipe. Nosso melhor resultado foi um 35o na prova noturna de Socorro, em maio de 2003

A necessidade de uma nova formação nos levou a convidar o Marcos a completar a equipe. O Marcos é professor de educação física e tem um bom preparo físico. Foi incumbido de substituir o Shibuya na contagem de passos. Logo em nossa segunda prova, conseguimos a nossa melhor colocação nas provas do Enduro a Pé. Um 3o lugar na Fazenda Foga.

Em paralelo ao Enduro a Pé, a equipe manteve-se disputando o Rally a Pé, até ocorrer um atrito com o Beni Becker. Na nossa 4a particação, a equipe entendeu que a apuração do Rally a Pé não agiu com transparencia e se sentiu prejudicada na etapa de São Roque. Após contestar a apuração e outros erros, precisamos entrar com um recurso, que nos foi julgado procedente. Assim, fomos declarados vencedores da etapa, troféu este que não nos foi entregue. Desta forma, infelizmente a equipe não mais disputou este circuito.

Fora das trilhas, surge a idéia de montar uma página na Internet. E com ela a necessidade de criar um distintivo que representasse bem a equipe. Em julho de 2003, a nossa página foi ao ar com um Logotipo provisório.

Pouco tempo depois, surge uma idéia. Se o nome da equipe é Nu mato sem cachorro, o que melhor poderia nos representar é um distintivo que passe a idéia de "Sem cachorro". Nada mais adequado do que uma placa de transito.

No período, foram criados vários esboços, até a evolução ao design final. O cachorro cresceu e ficou maior que a placa, foi invertida a faixa para o nome da equipe estar integrado ao desenho. A nossa primeira camiseta apresenta o símbolo ao lado, que é levemente diferente do nosso distintivo atual, principalmente no tamanho do cachorro e no ângulo de inclinação da faixa de proibido.

 

2004

 

Em 2004, a equipe se reforçou. Marco Saltini, antigo navegador de Rallye de carros estava novamente sem equipe. O conhecemos durante as provas e o convidamos para participar conosco. Precisávamos de um quarto integrante para fortalecer a nossa equipe, e também para substituir a Meire que precisou viajar no início do ano.

Esta foi a formação mais forte da equipe. Com ela, conseguimos 11o, 4o e 7o lugares, respectivamente. Porém, logo após a volta da Meire, o Marcos desiste do campeonato.

Mesmo com as mudanças de equipe, a equipe se estabilizou e obteve melhores resultados em 2004.

Os resultados mais marcantes do ano foram: 1o lugar em Socorro, pelo SP Trilhas e 3o lugar em Taubaté, pelo Enduro a Pé.

No final do ano, 10 lugar na classificação geral e nos habilitamos a disputar o ano de 2005 como Graduados B, o primeiro passo da equipe.

 

2005

 

Tudo é mais dificil quando se disputa entre os Graduados. O nível de exigência é outro - maiores velocidades, menos dados na planilha, e principalmente, maior concorrência. Como em 2003, foi uma temporada de aprendizado. Além de mudarmos de categoria, a equipe comprou um computador de bordo para ajudar a controlar o tempo de prova.

Os erros foram ocorrendo, um após o outro - e a equipe aprendendo. Foram erros no início do PC virtual a erros de programação do Totem - principalmente nos trechos abertos. Mas no final do ano, a equipe estava pronta para novos saltos.

No final do ano, a equipe decide participar do Campeonato Brasileiro de Trekking, que seria realizado em Parati - RJ. Mesmo não indo bem nas etapas do Enduro a Pé, era uma chance de medir forças com as melhores equipes do país e ter uma visão clara da nossa situação.

Como o Saltini não poderia viajar, a saída foi convocar novos integrantes: Ana Luiza e Ronny Saran.

Por conta do pouco tempo de preparação, a equipe decidiu fazer uma maratona de provas nos 3 meses que antecederam o Brasileiro. Por fim, foram 4 provas em 12 semanas, muito pouco para preparar 2 novatos para o campeonato mais importante do ano.

Em Parati, 70 equipes disputavam o título brasileiro. Na 1a etapa, 51o lugar que mostrava que não estavamos entre as equipes TOP. Mas a equipe foi evoluindo ao longo da disputa. 20o na segunda etapa já nos mostrou que tinhamos condição de encarar qualquer equipe. E por fim, um inesperado 6o lugar na 3a - e ultima etapa.

O ano estava ganho! Estávamos prontos para disputar o título no ano seguinte.

 

2006

A equipe começou o ano com 2 formações para a disputa de 2 circuitos: Filipe, Meire, Ana e Ronny para a disputa do Enduro a Pé, e Filipe, Meire e Saltini, da North.

Porém, logo em março o Saltini desiste do campeonato por motivos pessoais. Para completar o quadro, em julho, a Ana e o Ronny mudam para a Itália e também deixam a equipe. Para resolver este problema, a Jackeline e a Gláucia, amigas da viagem à S. L. Paraitinga foram convidadas a ingressarem na equipe, além da volta da Monica, agora com seu namorado, o Madeira.

A falta de atletas obrigou a equipe decidir por apenas um campeonato, no caso, o Paulista, campeonato este que disputavamos de igual por igual com a equipe Ventura.

O quadro melhorou com o passar dos meses. Para o Brasileiro 2006, convidamos o Claudenício, e 2 meses depois Anderson também ingressou.

Neste ano, obtivemos 3 vitórias, 1x 2o lugar e 3x 3o. Ganhamos o Campeonato Paulista na última etapa, com vitória e o 3o lugar da equipe Ventura. Festa para a equipe descachorrada que após muita luta, chegava a categoria mais alta do esporte

 

2007

A equipe começa o ano de 2007 com patrocínio para as provas da Copa North.

 
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