Pela terceira vez consecutiva, conseguimos manter a mesma formação. Muito mais experientes, havia apenas o medo de nossa primeira prova noturna.
Todos haviam comprado novas lanternas e pilhas. A Clarisse, nossa fã numero 1 e esposa do Shibuya, preferiu nos aguardar no hotel. E fomos a luta.
Chegando no local da largada, o primeiro susto: eu esqueci a sacola com a minha bota no hotel. A minha e a da Meire. Infelizmente, não dava mais tempo para voltar ao Hotel e pegar as botas, nem como pedir para a Clarisse nos trazer, já que ela estava sem carro. Largamos torcendo para que não houvesse água na caminho, já que haviam nos falado que as provas noturnas costumam ser secas, o que acabou se concretizando.
Esta prova foi a mais fácil em relação a navegação, e neste caso, o desafio foi manter o ritmo ditado pela direção de prova. Fomos bem e conseguimos nossa primeira prova com menos de 1.000 pontos.
Infelizmente, por terem iniciado um curso de MBA, esta foi a última prova do Holland e do Shibuya, e a equipe ainda perdeu o apoio da Clarisse.
Para a prova seguinte, a equipe precisou por uma reformulação.
Foto

Da esquerda para a direita: Holland, Shibuya, Filipe e Meire
Estatísticas da Prova
| Colocação* |
Equipe |
Pontos |
| 22 |
Choconhaque |
374 |
| 35 |
Nu mato sem cachorro |
469 |
| 42 |
Hakuna Matata |
550 |
| 59 |
Missão Impossível |
769 |
*Participaram 125 equipes de trekkers
Equipe: Filipe (tempo e bússola), Meire (navegação), Shibuya (contador de passos) e Holland (navegação) |